Módulo
Desde pequenos, ou melhor, médios aprendemos a extrair uma raiz quadrada, pelo menos na teoria. Quando chegamos à faculdade, principal e especialmente nas exatas, vemos que algumas coisas mudam. Por exemplo.. Na escola raizq(x²) = x [raizq(@) = raiz quadrada de @]. Na faculdade, espera-se que raizq(x²) = |x|.
Opa, o que é aquilo? As barrinhas. O x foi preso! o que ele fez?
Na verdade, as ‘barrinhas’ fazem parte da função módulo.
- Função quem?
Módulo! Uma definição possível, seria como a distância do ponto representado por x até a origem do sistema de coordenadas.
Ok. Simples né?
Agora pensemos nós, todos juntos. Quais seriam os efeitos dessa função aplicada nas pessoas?
Tu segura uma das barras e dá a outra de presente, e tu descobre a distância a que se encontram.
Mas agora imagine, você, ser não constante.. Uma pessoa, claramente variável.
Sendo você a variável, e tornando sua pessoa querida em centro de suas coordenadas, você poderia atuar de forma que vosso módulo tendesse a um número cada vez menor. Logo, as distâncias, não seriam nada, pois você tem o poder se controlar, logo de fazer com que a distância, seja mera distração.
Tome o exemplo, de alguém que venha de uma capital a outra, para ver parentes e amigos. Existe algum argumento que refute a ideia de que esta pessoa possui uma das barrinhas?
Tem como dizer que é uma pessoa que não dá valor ao amigos, dado que na ‘outra capital’ existem perigos que podem rondar e rodar[?] em torno de você?
Sempre existe a possibilidade de alguém estranho [ou com nome estranho .o/] tentar implicar com você e fazer você se sentir uma forasteira, como por exemplo, de Brasilia…
Existe, mas a amizade ou a noção de módulo são mais fortes e muito me admira pessoas que possuem essa ‘barrinha’.
São essas pessoas que fazem o dia valer a pena, são elas que mostram que não devemos nos preocupar, pois sempre teremos alguém, no qual vemos que uma amizade, uma força ou até mesmo uma barrinha, pode mudar o nosso dia ou por que não, nossas noite.
Assim, entre linhas desconexas e ideias não contínuas, mostramos que pode existir uma lágrima doce [Oi Bruna!] que rega o campo da amizade e faz transpor a ponte da ilha. Pois chegar tão perto, fazer o módulo ir a zero e mesmo assim não juntar as barrinhas, é algo irremissível.

