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Senta que lá vem história #1

Imagine aquele comercial de algum suplemento vitamínico completo de A até casa da mãe joana. Mas não qualquer um, aquele que mostra a vida de um cidadão comum, que acorda cedo, bem humorado, toma um café descansado, dá um beijo na sua mulher (que é uma das mais gostosas do comercial inteiro), pega um ônibus para colaborar com o meio ambiente, sai para caminhar, correr, brincar com o cachorro no parque (e já se foram 20 segundos que equivaleram a 8 horas de um dia) e várias outras coisas.

Sente o Crocs

Em todos os vários anos da sua vida, provavelmente tu nunca fez nem sequer a metade disso. Nem acordar cedo e de bom humor, tomar um café da manhã decente, conseguir sair durante o dia sem matar aula ou serviço e muito menos acordar com a mulher mais bonita da cidade. Acho que na melhor, tu pode se contentar em sair de crocs pra rua, ou pro serviço para ver a reação das pessoas. Se é que não seria pisoteado dentro de um ônibus lotado. Continua lotado? Ouvi esse assunto esses dias pelos corredores da faculdade.

Aproveitando o assunto, vocês sabiam que existe uma teoria que está em estudo na Inglaterra (ah! esses britânicos) que todas as pessoas identificam a sua vida com pelo menos um comercial que já viram e levam em média 6 anos e meio para se identificarem com outro que supere o anterior?
Com isso, eles querem mostrar a influência da ‘Tv Passiva’ (que não tem nada a ver com aquele canal que tu pega no teu AzBox e assiste com teu amigo), que seria aquela programação que tu não escolheu ver, mas acaba vendo.
Pois enfim, eles conseguiram mostrar já, que as mulheres se identificam mais com aqueles em que as possibilite adquirir algo, desde um sapato novo até jóias, enquanto os homens são um pouco mais benevolente, se identificando mais com comerciais que envolvem cerveja, mulheres, carros, futebol ou presentes para as mulheres! Sim, presentes, como fogões, louças, geladeiras ou uma viagem enquanto a empregada nova vem limpar tudo.

Lava, passa e cozinha.

Quando fiz um intercâmbio na Inglaterra, a empregada da casa era quase como essa, só menos loira e com menos peitos. Mas ela sempre me dizia que não gostava muito do trabalho e que só estava lá até conseguir juntar dinheiro para colocar um silicone. Vai entender.
Nesse tempo que por lá estive, assisti um comercial da Heineken o qual acho que me identifico ainda:

O que será que isso quer dizer? Que sou uma bixa louca por cerveja? (Pode falar bixa aqui no blog?)
Não, claro que não, apenas um apreciador fanático pela bebida. Assim como vocês aí, certo? (Me livrei da trollagem ou agora parece um alcoólatra?)

Mas então, comentem ai, vocês já encontraram o seu comercial ou estão vendo a malhação ainda?

Texto publicado também no Tô na Folga, onde começarei a escrever nas quartas-feiras (: Não deixem me me olhar lá também.

 

Direitos iguais?

Tu aí, já andou dando uma olhada nas notícias sobre tragédias, catástrofes, grandes acidentes e afins? Caso sim, ou nao, pelo menos pra mim tem ficado clara uma ‘pseudo’ revolta contra tudo isso e que são necessárias leis e punições mais duras contra os infratores.

Mas por que digo pseudas?
Siga meu raciocínio, pessoa na faixa de segurança, carro ou ônibus por cima resulta em grandes manchetes, grandes apelos e grandes protestos.
Os motoristas estão cada vez mais irresponsáveis, menos cuidados e blablabla..
Ok. Ponto para os reclamantes, culpa do motorista.

Agora, mesmo raciocínio, porém tire a faixa de segurança. De quem é a culpa? Nesse caso não se pode dizer com toda a certeza que o motorista tem culpa. Mas existe a mesma repercussão neste caso? Poucos são os casos em que os pedestres são responsabilizados pelos acidentes que causam.
E agora? Ponto para os motoristas? Cade o ponto?

Existe faixa de segurança para que o pedestre possa atravessar. Tá fora da faixa, assume o risco.

Ideia minha, ainda acho que atravessou fora da faixa, o motorista tem o direito de fazer um “carmagedon live”. Assim como carro na calçada está errado, pedestre fora da faixa, também. Quer atravessar em qualquer lugar, assume a bronca filho..

Devia ter alguma lei desse tipo, atropelou fora da faixa, o motorista ta livre dessa responsabilidade. E o pedestre ainda paga o reparo do carro.
Libera um mês essa lei, e todo mundo aprende onde se deve atravessar..

E vocês, o que pensam disso?

O grande caos elétrico dos apagões

Um dos grandes problemas da atual sociedade humana, é o gasto incontrolável dos recursos naturais e exploração de reservas limitadas. Um dos assuntos mais badalados dos últimos anos, é o que envolve os gastos com a energia elétrica nacional. A construção de represas, desapropriação de ribeirinhos entre outros tópicos.

O descaso do governo com nossas necessidades elétricas, é o que não os leva a resolver o problema, que é de fácil solução, sabendo alguns poucos dados:

Com um pouco de trabalho, empenho, potência e busca de informações, 0.7376 ft.lbf/s ou ‘pé vezes libra-força por segundo’ ou ainda 6.2415 ×1018 eV/s (elétron-Volts por segundo), seriam suficientes para alavancar a solução.
Para dar continuidade ao processo, precisamos saber que o intervalo de tempo médio do fluxo de um elétron para sua corrente é de 1.6 x 10^-19 s.
Para manter o processo de resolução, é necessária a aplicação de uma certa quantidade de força, que não é demasiada, levando em consideração os frutos do futuro. Sem dificuldades, descobre-se que 0.2248 lbf é suficiente. (Fica como exercício tal descoberta)

Como, mesmo sendo um problema nacional, devemos levar em consideração tudo o que está a nossa volta, logo para a resolução deste simples problema, só necessitamos resolver:

Simples Integral

Mas, para ajudar-lhes, e mostrar que nem tudo que integra é só ‘calculeira’, acompanhem:

0.2248 lbf = 1 N (newton)
0.7376 ft.lbf/s = 1 W (watt)
1.6 . 10^-19 = 1 A (ampère)

Logo, por simples substituição:

Substituição

E o que nos resta agora?
Procurar quem entende disso! Oras.. Para essa situação, infelizmente perdemos mais de 15 mil situações, já que

Solução

Mas, não há pânico, eis a solução!
Garotas, vamos ajudar, nada de vergonha hein!

Moralismo Social..

Se você não sabe ouvir/ler uma crítica às coisas que defende, volte ao facebook. Esse texto NÃO é pra você.

Lembro que no início dos anos 2000, a moda era falar mal da igreja católica com seus padres pedófilos e companhia. Lembro de fortes críticas e piadas sobre o assunto, como “Guarde sua religião e seu pênis pra você, e não tente colocá-los guela a baixo nos meus filhos…” entre outras.

Desde então, muito vem se falando no assunto, cada vez mais as pessoas começam a publicamente expor sua religião ou credo e a expressar a sua opinião. O que tem seu lado positivo, já que aumenta a conversa e um possível entendimento das pessoas que ainda brigam, discutem e se matam por causa de um suposto deus que irá salvá-las e absolvê-las do que fazem em nome dele.

Críticas pessoais à parte, todas as crenças possuem argumentos para ‘puxar o assado para o seu lado’, dizendo que ‘não temos incoerência em nossos livros’, ‘a ciência está ao nosso lado’, ‘você não tem como provar o que está dizendo, nós temos’ e por aí segue-se uma infinidade de frases-cartilha para novos devotos.

O lado ruim dessa ‘força (d)e vontade’ de se expressar, tomou grande proporção nas redes socias, especialmente no novo orkut, vulgarmente chamado de feicebuqui.
Devotos, atoas, simpatizantes e afins, parece que encontraram um novo campo de batalhas para ver quem reúne mais adeptos, ou compartilhadores, na luta pelo seu espaço no  céu, ou por uma reencarnação melhor, ou só pelo fato de mostrar que está certo enquanto quem acredita em algo está errado.

Cristãos e afins, continuando mostrando como Deus é justo, como Jesus se sacrificou por nós, e ficam constantemente nos perguntando, “se você não tem vergonha, mostre que tem espaço para jesus no coração”, pois ele que te carrega nas horas ruins e ele que deu a vida para você estar sentado aí hoje. E muitos não tem essa vergonha, e entopem várias e várias páginas e linhas das redes alheias. Não lembro de ter pedido para ser catequisado pelo facebook…

Agnósticos e ateus, antes de mais nada tem um problema básico de definição: “Acredito numa força maior, mas não é deus, por isso sou ateu”. Ok, você está fazendo isso errado. Isso não é generalizável, é apenas para os ‘cultos da moda’, se todo mundo tá compartilhando que é ateu, vou compartilhar também.
Fora isso, os ateus e agnósticos da rede, são os novos católicos de outrora. Vários e vários comentário, publicações e afins que questionam, como se fosse algo a ser levado ao grande público, pois ele deve saber a verdade, que familias brancas são beneficiadas muito mais que negras, que os negros da África sofrem muito e Deus não as ajuda, que as pessoas que passam fome não escolheram estar nessa situação, e terminam com a frase clássica: “onde está seu deus agora?”. Não lembro de ter pedido para ser ‘descatolicizado’ pelo  facebook…

E por fim, os salvadores da sociedade, que brigam contra a injustiça social tão presente nesse mundo desigual, com seus vários ‘compartilhar’ solidários ao protesto. Devemos apoiar os moradores expulsos do pinheirinho, já que eles tinha o direito de estarem lá. Já que chegaram de forma legal lá, conseguiram o direito de fixar residência em uma área pública e em nenhum momento foi pedido para que se retirassem, pois a área era deles. Só que não. Mas sempre tem quem envie, “se você apoia as famílias que sofrem com isso, compartilhe e mostre seu apoio!”
Não posso concordar que algo que inicie errado, termine certo. Invasão é crime, mesmo que o dono seja pior ainda.
Não lembro de ter pedido para fazer parte de uma ONG de protesto pelo facebook…

Sim, existe o direito de expressão e todos ‘fazem o que querem’. Não vou deixar de ser amigo de quem entope minha timeline por isso, e acaba com meu tráfego da 3g.. Mas cambada, não precisa ser a cada 5 minutos. Se você defende, ok. Pode mostrar, mas não torra, não satura, não incomoda poxa.. E, se eu discordar em alguma publicação, não quero brigar, nem estou dizendo que a amizade acabou, só quero dialogar e algumas vezes mostrar o quão de saco cheio estou e ver se você não acha algo mais produtivo para fazer.

Um publicação a cada 5 minutos, equivalem a 12 por hora,  288 por dia, 105.120 por ano. Poxa, me dá um centavo por cada publicação e eu paro de te incomodar. Feito?

E não vou citar as que defendem, ou fazem apologia a: ‘todo poder as mulheres’, ‘brancos são racistas e pretos merecem coroas’, ‘branco = rico’, ‘homens precisam valorizar as mulheres, pois só eles não prestam’, …
Coloque todos no mesmo saco. Defesa a cada 5 minutos, não merece respeito.

Mas como esse texto é grande e talvez você não tenha tempo de ler tudo, já que precisa compartilhar algo novo para combater aqueles que vão para um lugar diferente depois que morrer, segue um resumo abaixo:

Se você precisa defender sua crença a cada 5 minutos e não sabe escutar uma crítica… cara, tu é muito chato socialmente.

Ondas densas

Com temperaturas beirando os 40ºC, alguns fatos não tão evidentes a baixas temperaturas são evidenciados. Algumas delas são muito úteis ao nosso cotidiano, outras podem prever um futuro tanto promissor quanto assustador. Com base em alguns levantamentos e pesquisas de opinião e outros dados de forma seguramente obtidos, foi possível constatar que temos algo da forma do que seria um epicentro de terremotos, porém de densidade populacional.
Conforme o gráfico abaixo, é possível notar o acumulo, ou grande pico populacional no centro do fenômeno, e conforme a distância vai aumentando, a densidade tende a diminuir. (Aqui, x é dado em Km’s)

Você pode estar pensando que logo, evitando o centro de tudo, não haverá problemas, certo? Em parte, sim, está certo.
Mas analise comigo a  simples expansão em torno do centro desta onda (peço desculpas a comunidade acadêmica, por incluir o termos de até O(x³¹) e não de uma ordem superior):

Agora, como é de fácil percepção, temos a séria apenas com os termos pares aparecendo. O que isso que dizer? Que ao somarmos, todos os focos do fenômeno, continuaremos a obter somente séries com termos pares, o que brevemente nos levará a algo chamado, em latim, sardinis potest(joga aqui), que ao mesmo tempo, leva a um entupimento urbano, causa uma elevação na temperatura local, devido ao grande uso de energia sem aumento de espaço e tende a atrais mais massa, por uma relação básica da física das constantes gravitacionais (que fica como exercício obtê-la).

Mas acalme-se, antes que você pense que não há salvação para nossa simplória condição humana. Ainda tem mais, e essa pode ser a melhor parte.
Com esse crescimento acelerado, e lembrando de algumas coisas de estatística básica, como probabilidades, podemos concluir que em um espaço onde o número de pessoa é grande, é maior também a chance de você conseguir olhar para uma garota na rua, cantar algo assim:


A primeira tentativa

E ter uma taxa de retorno muito além do que qualquer pessoas em sã consciência teria.. O lado ruim é ter que escutar isso e o pior é ter que aprender para repetir e ganhar as que acham que o ‘brega é bom’. Mas antes do suicídio coletivo, caso nem assim tu consiga sair do 0 a 0, tu pode em um ato de desespero partir para o clássico e garantido:


Clássico

Depois de declamar isso, não tem erro, é só escolher o local e ser feliz.

PS: Antes que os mais antenados perguntem, e nas depressões do gráfico, seria uma zona de densidade negativa?
Vou simplificar, pois a teoria renderia uma tese facilmente de mestrado e com isso seria necessária uma cobrança. As depressões, são zonas  no espaço/tempo, que permitem que você passe por elas e ao atravessar, você terá menos com você a cada segundo.
Ex: Procure por regiões com pouca iluminação, afastadas de oficiais da segurança e com um leve toque de um índice de criminalidade fora do comum. Eis a zona.

PS²: Este conteúdo tem um tom humorístico, não depreciativo e não deve ser levado a sério. Qualquer problema que possa vir a causar a alguma das partes envolvidas, pode ser resolvido mediante conversa, não necessitando os meios judiciais. Grato.