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Senta que lá vem história #4

Pois olha, não é que aqui estamos, quarto texto da série, quase um mês. E para marcar essa data especial… Não, não teremos kibe. Sossega aí. Mas hoje, para mudar um pouco, vou falar de algo sério que ocorre todos os dias e tu, nobre amigo ou pobre hater, nem percebe.

Vocês sabiam que as mulheres falam mais do que os homens* né? Sim, falam em certas condições e é por isso que tem um asterisco ali. Acompanha comigo:
Quando homens vão ao estádio, existem em média 30 pessoas que tu pode conversar a qualquer momento para reclamar e mandar o juiz pra Progenitora que ganha a vida de uma maneira mal vista pela sociedade feminina, variando de 5 pessoas em jogos regionais e 55 por cm² quando teu time tá numa final de algo importante. Pois então, homens falam, mesmo que em frases curtas, muita coisa.
Onde as mulheres podem tentar compensar isso no dia corriqueiro? Ou no salão, ou no banheiro fora de casa. Pois é só isso que mulher faz né? Cuidar da casa e sair com as amigas… Se não é, por que não é? (Comentários agressivos em 5, 4, 3 …)
Mas convenhamos que nem isso compensa o quanto homens falam no estádio. Não esqueçam que os narradores são homens e estão nessa conta também.
Antes que tu tenha esquecido do asterisco e diga que já comprovaram que homens e mulheres falam praticamente a mesma coisa, curte a moral da bolinha pontuda dali.
Se homens, que só vão ao estádio, trabalham e bebem com os amigos, falam mais que as mulheres que só cuidam da casa e vão em festas, como que as mulheres falam mais que os homens ou como empata pelo menos?
Nessa hora entra uma coisa que tu não está muito habituado, senão tu saberia já. As mulheres falam muito mais logo após o sexo. Sim amigo não traçante. Mesmo que tu vire pro lado e durma (o que deve ser para pouco aqui) ela vai estar lá falando. Se não for contigo, vai ser com alguma amiga na hora do ‘vou ali me lavar porque tenho ~nojinho~ de ficar suja’. É tudo desculpa para falar.
Inception time: Se tu acha que não, quando tu tiveres a tua primeira vez ou acreditar que vais ter mais uma próxima, faça uma pergunta simples como ‘o que você fez hoje’, ‘como foi o dia’, ‘me fala um pouco mais sobre você’, ou ‘quanto custou’ e comprove como elas falam.

Meninas, homens são mais simples, menos papo e mais ronco. É a vida. Se você encontrar um que pergunte algo (porque leu ali e se sentiu desafiado) e escutar você, case. Não faz mal se ele fingir um ronco para descontrair, tu não precisa conferir se é de verdade.
Homens, não casem. Já dizia o velho sábio, ‘viva todos os dias como se fossem sexta-feira’. E assim seja!

E pra ti, que a essa hora já percebeu que não vai conseguir dizer isso para alguém logo após o ato do coito (sabe por que né?), veja isso:

E como eu não falei no começo que teriam lhamas, nenhum hater chegou a essa parte do texto e nenhum deles viu o amor lhamal… Aproveite o momento e me digam, como foi o dia de vocês hoje?

Senta que lá vem historia #3

Não, não tem kibe hoje, nem videozinho, nem meme, então, se não tá afim de ler já sabe, procura a lhama!

Nessa minha longa estrada de uma empreitada acadêmica não tão bem sucedida assim, andei passando por várias faculdades em congressos, seminários, simpósios, blablabla, escolas de verão e em quase todas consegui aprimorar minhas teorias. Uma delas, a menos pior, diga-se de passagem é sobre universitárias. Explico-lhes.

Creio eu, que podemos separá-las, em dois grande grupos de pessoas. As que entram na faculdade e estudam e as que entram na faculdade para ‘aproveitar a vida acadêmica’, se posso assim dizer. Mas se tu imagina, aquelas festa de filmes, com altas orgias, todo mundo se pegando, sem culpa e sem medo, é disso mesmo que eu falo em ‘aproveitar a vida acadêmica’.
Aquelas que vão a uma festinha que outra, pagam de comportadas e realmente tentam ser, não entram neste grupo de aproveitadoras. E é delas que vamos falar.

Não que elas não estudem, mas pra que se precisa disso quando se tem bons argumentos para qualquer situação? (Leia-se vantagens corpóreas e de fácil acesso ao corpo docente). Sendo uma aluna aplicada a causa proposta pelo digníssimo professor que não repara em uma sequência de números no canto da prova, fica fácil obter o tão sonhado diploma. Mas onde eu entro nisso? Bom, entrar, entrar.. não é tão simples assim. Mas também não é impossível.
Foi por isso que inventaram bebidas como Tequila e Absolut. E caso tu não saibas, aprenda. A bebida tão famosa, conhecida por tequila, é preparada de uma planta parente da babosa, que faz por si só parte de 76% dos tratamentos de beleza dessas ‘estudiosas’ e também quase a metade da composição é de açucar extraído da cana. Para fazer um litro de Tequila, são necessários 7kg da tal planta.
Logo, com algo com produtos de beleza, açucar e muitos gastos, tu acha que não deixaria as minas piradas? E foi por isso que a Tequila foi criada.
Mas, voltando ao assunto, com Tequila é possível até um trabalho de campo tu conseguir.

Pois então, nessas viagens, consegui perceber que as universitárias daqui, não são tão diferentes das de lá. A única diferença é que fora da ‘tua’ faculdade, tu é quase uma passagem para a perdição, com data de volta marcada. Logo, não deixando testemunhas, não existe o crime. Só o trabalho de campo, como preferirem. Então a conclusão obtida foi, tá ruim por aqui? Compra uma garrafa de Tequila, vai para algum seminário ou congresso que dure mais que um dia, trova quem marca as tuas presenças, convida pra festa, mostra a Tequila e pronto. É só explorar o campo dela.

Agora, se mesmo assim, com Tequila, sendo de fora, tendo todo o sex appeal que a viagem proporciona, tu não conseguir nada…

Lhama

Lhama

Lhamaa! é o que te resta amigo. Procure esse rostinho fofo por aí, e vai pastar. É triste, mas é a vida. E aproveita para esperar pela próxima hora do kibe, tu vai aproveitar mais! Se gostou do vídeo, dá joinha aqui e aproveita e se inscreve no canal aqui.

Senta que lá vem história #2

Aviso: Se tu não gosta de ler texto relativamente longos, desça até achar a Lhama.


Teve uma certa época, que fui trabalhar nos ‘estaites’, curtir a cultura, ganhar uns trocados. Aquela coisa básica de um pré-adulto tentando ganhar a vida sem ganhar uma DST. Nessa ida pra lá, constatei uma coisa que via muitos nos filmes daqui e nem falo da gasolina barata. Falo dos vendedores. Cara, tem mais vendedor lá do que rádio tocando Michel Teló aqui. E eles tentam vender qualquer coisa que tu possa imaginar, desde potes da Tupperware, passando por enciclopédias (joga no Google que tu descobre o que é isso) até lugares no céu se bobear.
Mas o foco hoje não é nos ‘estaites’, nem as pessoas que mal sabem ler e dizem que o melhor da internet são as imagens kibadas por ai. Fico imaginando como seria, se troxéssemos esse vício por vendas deles, pra cá. Em época de carnaval. Como seria?


[Se tu leu até aqui, tu tens uma razoável capacidade de imaginação. Como não tenho recursos, nem financeiro e nem de pessoal para transformar isso em vídeo, imagina aí. Grato]


Tu tá solteiro, no meio da multidão, em horário comercial, quer que a noite renda mais que umas cervejas, quando recebe um panfleto de uma ‘casa de massagens urbana’ com o exclusivo serviço de ‘massagem ao ar livre’. Nesse momento tu pensa, por que não? Uma massagem a noite era tudo que tu queria mesmo.
Então tu vai lá, meios desconfiado, meio escondido, mas vai.
Chegando lá, tu vê que o lugar é discreto, simples e até que é limpinho. Adentrando ao local, um cara meio bombadinho com cara de meio cafetão, meio empresário te atende, com um sorriso amarelo e cara de sem vergonha te atende na maior boa vontade já te mostrando as opções luxo da casa.
Tu dá uma olhada, coça o bolso, virá a página (…) a cada virada, maior é aquela cifra ali.. Então nessa hora tu olha meio sem jeito e pergunta se tem algo mais simples.
O vendedor atende o pedido, já pensando que tu é do tipo que passa o verão em cidreira e tá ali por acaso, mas te entrega a seleção standart das meninas. Tu continua olhando, pelo menos os preços estão em 3 dígitos agora.. mas ainda parece muito.. Tu olha de novo e pergunta se tem alguma promoção.
O atendente agora tendo certeza de onde tu veraneia, te entrega numa folha meio amarelada, a foto da ‘massagem promo’. Tu olha, desconfia que a massagista não tenha a arcada dentária completa, mas pelo menos custa menos de R$100..
Nesse momento tu olha fixamente para o atendente, já está meio encabulado por tudo que passou, mas larga:

“Posso parcelar em 10 vezes no hipercard?”


Mas o pior, é que se essa cultura de vendas viesse pra cá, ele venderia em 10 vezes para você…


Como não veio ainda, o programa mais barato que tu consegue não passa no crédito. (Eu acho.)


Mas ainda tem mais!


Lhama!


ATENÇÃO kibadores, amigos, leitores e haters!
Se tu veio até aqui só pela Lhama, dá um curtir aqui embaixo. Se tu leu tudo, retwitta e/ou comenta. Só para ter um parâmetro se tá bom ou se tu nem deu atenção. Tá? Valendo!

Senta que lá vem história #1

Imagine aquele comercial de algum suplemento vitamínico completo de A até casa da mãe joana. Mas não qualquer um, aquele que mostra a vida de um cidadão comum, que acorda cedo, bem humorado, toma um café descansado, dá um beijo na sua mulher (que é uma das mais gostosas do comercial inteiro), pega um ônibus para colaborar com o meio ambiente, sai para caminhar, correr, brincar com o cachorro no parque (e já se foram 20 segundos que equivaleram a 8 horas de um dia) e várias outras coisas.

Sente o Crocs

Em todos os vários anos da sua vida, provavelmente tu nunca fez nem sequer a metade disso. Nem acordar cedo e de bom humor, tomar um café da manhã decente, conseguir sair durante o dia sem matar aula ou serviço e muito menos acordar com a mulher mais bonita da cidade. Acho que na melhor, tu pode se contentar em sair de crocs pra rua, ou pro serviço para ver a reação das pessoas. Se é que não seria pisoteado dentro de um ônibus lotado. Continua lotado? Ouvi esse assunto esses dias pelos corredores da faculdade.

Aproveitando o assunto, vocês sabiam que existe uma teoria que está em estudo na Inglaterra (ah! esses britânicos) que todas as pessoas identificam a sua vida com pelo menos um comercial que já viram e levam em média 6 anos e meio para se identificarem com outro que supere o anterior?
Com isso, eles querem mostrar a influência da ‘Tv Passiva’ (que não tem nada a ver com aquele canal que tu pega no teu AzBox e assiste com teu amigo), que seria aquela programação que tu não escolheu ver, mas acaba vendo.
Pois enfim, eles conseguiram mostrar já, que as mulheres se identificam mais com aqueles em que as possibilite adquirir algo, desde um sapato novo até jóias, enquanto os homens são um pouco mais benevolente, se identificando mais com comerciais que envolvem cerveja, mulheres, carros, futebol ou presentes para as mulheres! Sim, presentes, como fogões, louças, geladeiras ou uma viagem enquanto a empregada nova vem limpar tudo.

Lava, passa e cozinha.

Quando fiz um intercâmbio na Inglaterra, a empregada da casa era quase como essa, só menos loira e com menos peitos. Mas ela sempre me dizia que não gostava muito do trabalho e que só estava lá até conseguir juntar dinheiro para colocar um silicone. Vai entender.
Nesse tempo que por lá estive, assisti um comercial da Heineken o qual acho que me identifico ainda:

O que será que isso quer dizer? Que sou uma bixa louca por cerveja? (Pode falar bixa aqui no blog?)
Não, claro que não, apenas um apreciador fanático pela bebida. Assim como vocês aí, certo? (Me livrei da trollagem ou agora parece um alcoólatra?)

Mas então, comentem ai, vocês já encontraram o seu comercial ou estão vendo a malhação ainda?

Texto publicado também no Tô na Folga, onde começarei a escrever nas quartas-feiras (: Não deixem me me olhar lá também.

 

Direitos iguais?

Tu aí, já andou dando uma olhada nas notícias sobre tragédias, catástrofes, grandes acidentes e afins? Caso sim, ou nao, pelo menos pra mim tem ficado clara uma ‘pseudo’ revolta contra tudo isso e que são necessárias leis e punições mais duras contra os infratores.

Mas por que digo pseudas?
Siga meu raciocínio, pessoa na faixa de segurança, carro ou ônibus por cima resulta em grandes manchetes, grandes apelos e grandes protestos.
Os motoristas estão cada vez mais irresponsáveis, menos cuidados e blablabla..
Ok. Ponto para os reclamantes, culpa do motorista.

Agora, mesmo raciocínio, porém tire a faixa de segurança. De quem é a culpa? Nesse caso não se pode dizer com toda a certeza que o motorista tem culpa. Mas existe a mesma repercussão neste caso? Poucos são os casos em que os pedestres são responsabilizados pelos acidentes que causam.
E agora? Ponto para os motoristas? Cade o ponto?

Existe faixa de segurança para que o pedestre possa atravessar. Tá fora da faixa, assume o risco.

Ideia minha, ainda acho que atravessou fora da faixa, o motorista tem o direito de fazer um “carmagedon live”. Assim como carro na calçada está errado, pedestre fora da faixa, também. Quer atravessar em qualquer lugar, assume a bronca filho..

Devia ter alguma lei desse tipo, atropelou fora da faixa, o motorista ta livre dessa responsabilidade. E o pedestre ainda paga o reparo do carro.
Libera um mês essa lei, e todo mundo aprende onde se deve atravessar..

E vocês, o que pensam disso?