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Planeta da Música – A ilha de Marcs’nowa

Em uma das ilhas, foram enviadas algumas músicas do Camisa de Vênus…

A ilha recebeu o nome de “Ilha de Marcs’nowa”. Com uma rápida busca em um sinal antigo que se encontrava pelo Planeta, algo que nomearam de “Int’net” encontraram alguns fatos para se basear e reformular a sociedade que ali se criaria.

Benjamin Burton, Sillent Hill e Batman não eram nada comparados a eles.
À capital de Marcs’nowa foi chamada de “Gotham city”, pois em todas as casas construídas, algo semelhante aos “mors’ghuls” [típico voador cego de Marte]. Em Gotham city, todas as pessoas nasciam com 15 anos, logo, todos Marcs’nowianos já nasciam aptos à reprodução, o que contribuiu rápido para o povoamento da ilha. Para não se preocuparem com a superpopulação, a inteligência da ilha, desenvolveu métodos de aparecimento de abismos frete a portas principais de casas com grande concentração de pessoas.

Com o passar do tempo, os homens descobriram alguns efeitos da atmosfera do planeta sobre as mulheres. Na divulgação de informação entre as ilhas, foi encontrado a seguinte mensagem:

Existe algum tipo de ruído, que misturado com a atmosfera tem uma reação curiosa com as mulheres. Chamarei de Rock’n Roll. Ao emitir esses ruídos, pude anotar o seguinte comportamento de algumas mulheres.

Olhei para o relógio, era uma da manhã
Bem no meio da dança ela tirou o sutiã, yeah
Olhei para o relógio e já era quase duas
O ponteiro tá subindo e ela tá ficando nua
Olhei para o relógio e já era quase três
O que aconteceu eu vou contar para vocês
Olhei para o relógio e já era quase quatro
Ela saiu da sala me levando para o quarto
Olhei para o relógio e já era quase cinco
Eu tentando desfarçar e ela pegando no meu cinto
E eu tentando entender,
E fazendo Rock’n'roll até o amanhecer

Sugiro que todos façam o teste para comprovar a sua veracidade.

A ilha foi crescendo e necessitando de regras, pois alguns fatos com um leve ar de violência começar a surgir. Houve o caso de uma bela jovem, que se chamava Bete, foi um causo terrível. Veja a matéria que saiu no jornal “Marcs’nowa Nesw”:

Com a terrível violência que assola marcs’nowa, as festas populares foram canceladas. Todos que para lá se mudaram, sentiram-se enganados. Ficaram aguardando respostas, mas o líder sempre mandava recados e telegramas, mas sempre que aparecia, logo sumia. As pessoas mudando seus cortes de cabelo com freqüência não se reconheciam mais.
Estava uma loucura, mas eles continuavam a cantar com fé e felizes:

“Pois ele transforma água em vinho, chão
Em céu, pau em pedra cuspe em mel
Pra ele não existe impossível
Pastor João e a igreja invisível”

Reply: Porque o Teletransporte é inviável

Segundo o Marcel Dias, do Byte que eu gosto, o teletransporte seria inviável dada que a relação entre o desconforto e o tempo gasto, são inversamente proporcionais. Fiquei pensando, com minha humilde lógica, que isso poderia estar certo até certo ponto.

Dá uma lida para entender o que vai rolar aqui depois…

Então, supondo que possamos trabalhar com grandezas infinitas, no caso o desconforto, podemos extrapolar todas as demais para analisar se elas permanecem fieis aos seus princípios.

Em uma pequena amostra, com distâncias variando de 1 a 1000 Km, os seguintes dados foram retirados:

Creio que o Marcel, ao tomar seus dados, esqueceu de adicionar alguns dados ao seu experimento. Com uma série de estudos, concluí que o desconforto pode ser medido pela seguinte equação:

Desconforto = K x Distância x Taxa de Stress[%] / Tempo

Onde K é uma constante que depende do veículo Utilizado.
Com essa pesquisa, o seguinte resultado foi obtido:

O tempo usado nas medições inclui deslocamentos até paradas de ônibus, aeroportos ou o tempo de retirar o carro da garagem.

Logo, vemos que para uma curta distância, inferior a 1Km, ir a pé, a melhor alternativa. Para todos outros os casos, tirando a correção do perigo  de ser reintegrado de maneira errônea, a maneira mais viável é o teletransporte.
A correção pôde ser retirada sem perda de validade do experimento,  pois nos demais casos a correção por falta de segurança também não está incluída, e no atual estágio científico, elas se equivalem e a critérios de cálculo, se anulam.

Dito isso, os cinetístas podem continuar a suas pesquisas tranquilas, pois o teletransporte não mais inviável.

O Planeta da Música – Prólogo

Cansado de ser considerado diferente, por não se vestir bem, não usar marcas da moda, gastar mais tempo com livros do que com pessoas, Jonas, ou melhor, Jon, como gostava de ser chamado, decidiu juntar todas as suas possibilidades de se sustentar e decidiu fazer algo que o tornasse mais realizável. A vida de anonimato nunca o incomodou, apenas o fato de saber que nunca tinha feito algo que o marcasse.

Com tudo que conseguiu juntar, decidiu viajar, conhecer lugares novos para tentar inspirar-se. Em uma dessas viagens, conheceu Kazli, um russo com algumas habilidades impressionáveis quando o assunto era invasão de sistemas e outros assuntos relacionados a hackeamento.

Tornaram-se amigos, e Jon muito ali aprendeu. Passaram-se alguns anos e Jon mostrou-se tão hábil quanto Kazli. Para seus familiares, ele ainda era Jonas, apenas mais um filho que se perdeu e não virou médico, como seu pai gostaria. Com o passar do tempo, Jon conseguiu grandes feitos na área. Ganhou uma boa quantia com isso, mas ainda não estava satisfeito consigo. Decidiu que queria algo maior.

Em uma dessas buscas, descobriu que uma grande massa poderia estar se dirigindo à Terra. Não sabia o que era, apenas observara uma mancha negra em uma estrela que observara e viu que esta crescia pouco a pouco a cada dia. Com ajuda de amigos de Kazli, conseguiu ajuda do meio científico que concluíram como ‘matéria escura flutuando pelo espaço’. Algumas semanas depois, foi constatado que o objeto realmente estava vindo pra cá e de forma muito rápida, o que acabava com qualquer chance de evitar um choque.

Seria o fim do planeta? Ninguém sabia ou conseguia prever o que aconteceria. Ninguém sabia do que era feita tal matéria. Ninguém sabia nada. Apenas Jon, sabia que seu tempo era curto para fazer algo que o marcasse.

Em uma noite sem sono, enquanto ouvia músicas que gostava, descobriu o que gostaria de fazer. Decidiu que seu sonho, a partir daquele momento, seria conseguir invadir algum satélite, independente do que seria, apenas queria isso.

Com muito esforço, conseguiu invadir um satélite espanhol. Obteve imagens, dados… mas isso não parecia importante, ele queria deixar uma marca. Salvou algumas músicas que estavam em sua playlist e alguns documentos aleatórios e colocou no satélite, bolou um sistema de segurança para os arquivos e logo após foi desconectado.
Alguns dias após isso, um site espanhol divulga que o satélite meteorológico tinha sido invadido e alguns arquivos implantados nele, mas ainda não sabiam que arquivos eram. Jon se sentiu realizado, apenas estava aguardando para ver quanto tempo levaria para sair uma nota comentando que eram apenas músicas. Ele contava os dias, para poder se orgulhar sabendo que ocupou tantos dias de alguém que na teoria, sabia mais do satélite do que ele.

Esse dia não chegou, a matéria escura atingiu a Terra. Consumiu todo o oxigênio, nitrogênio e algumas outras substâncias presentes, toda e qualquer raça foi extinta.

Algumas décadas se passaram, a matéria escura simplesmente se dissipou, liberando gases, líquidos e outras matérias desconhecidas. Se houvessem humanos, a Terra não seria mais seu lar, estava diferente, mesmo estando igual. As construções humanas estavam lá, iguais, o tempo não agiu em nada, nada foi corroído, nem desgastado. Estava tudo lá, menos os seres vivos.
Com mais algumas décadas, o local onde estava a matéria escura antes, começou a jorrar um líquido, a nova água talvez. E esta começou a ocupar os espaços livres, e formar praias e lagos.
Mas ela continuava a subir seu nível, cidades agora eram lagos, planaltos tornaram-se planícies e terremotos e tsunamis começaram a ser freqüentes. A ‘Terra’ estava lá, agora diferente mas nem tanto. Algumas cidades permaneciam intactas, agora porém, eram ilhas. O terra possui muitas ilhas, algumas pequenas, outras maiores. Mas nada comparado aos antigos continentes.
A nova água, não era mais transparente, ela possuía um tom mais alaranjado, mudando assim a cor que a Terra tinha ao ser vista de longe e foi esse tom, que trouxe uma raça viajante no espaço, os Folhg’erds.
Os Folhg’erds eram uma raça descendente dos Mar’thugd. Ou como os antigos habitantes do planeta Terra diziam, marcianos. Os primeiros Folhg’erds surgiram após experiêcias feitas com humanos abduzidos nas décadas de 50, 60 e 70. O primeiro Folhg’erd nasceu de um fugitivo humano que foi seduzido por uma cientista Mar’thugd.

Chegando à Terra, os Folhg’erds foram se dividindo entre as ilhas que encontravam e começaram a buscar sinais de alguma antiga civilização. Alguns cientistas Folhg’erds descobriram alguns satélites, a maioria estava inacessível em locais profundos no mar e curiosamente, apenas um, que estava uma ilhada branca, diferente das demais, ainda emitia algum sinal. Após algumas horas, foram descobertos alguns arquivos de dados em um formato primitivo com um sistema banal de segurança. Após recuperados os dados, descobriram algumas músicas  e resolveram usá-las como base para o repovoamento das ilhas…

E assim nasceu o planeta da música…

Notícias do Dia – 28/01/10

Só para começar bem o dia [E se o Bóris comenta, eu também posso!]:

  • Descobri que o Presidente Lula teve uma crise de hipertensão e sua pressão cheou a 18 por 12. [Mudou meu dia.]
  • O Pessoal do flamengo fica tocando a bola de um pro outro, são chamados de império do amor. [Depois ficam dizendo que futebol é coisa de homem e que Gaúcho é que é viado.]
  • Ronaldo recebe a bola, driba o goleiro, faz o gol e machuca a coxa direita. [É só isso que tem para mostrar no jornal da manhã sobre o 'maior' jogador do Brasil?]
  • A Globo só passa os gols dos jogos que ela considera relevantes ao futebol brasileiro. Resumindo RJ, SP e se sobrar tempo MG. O resto, ninguém sabe por que existe…
  • O sistema de leilão do ebay sempre me fazr perder os leilões por U$0,50.. Chega a ser deprimente.. eu teria mais um poquinho para cobrir isso. :(
  • Falando em cobrir, já pararam – o povo/imprensa/helpers brasileiros – de dar mais atenção aos problemas do Haiti do que aos do Brasil? [...]

Volto a qualquer momento com mai notícias de super relevância para  seu dia, assim como foram para o meu.

Sobrevivência..

Superando as expectativas meu Mp-xing-ling continua vivo. Eu sei que não deveria falar sobre, pois a chance de ele nunca mais funcionar sem um motivo aparente sobre para 357%…

Mas mesmo assim, ele continua vivo. Navegando na internet, fazendo as ligações que eu quero.. Até estou gastando menos que antes, já que agora eu sei um pouco mais do que antes de como usar isso.. Já gastei todos meus creditos navegando via WAP, óbvio que sem saber que estava por lá…
Mas também até músicas consegui baixar, receber via bluetooth, enviar.. estou feliz com ele.. só espero que não morra assim do nada, agora…

Até consegui colocar aplicativos novos nele, tudo em java, mas consegui.. Só me falta um leitor de pdf que preste, uma calculdora fodástica para alguma física situação que apareça e o mais difícil, uma bateria que dure mais que algumas horas… Será que acho alguma para baixar? [?!]

Tenho apanhado também para me conectar na internet livre aqui de porto alegre e na rede da ufrgs..
Na ufrgs, o meu problema são os scripts que a página de login executa que o xing-ling não suporta…
A rede livre da Procempa, eu não faço nem ideia…
Como vou testar meu Opera Mini 5 beta na rua agora? Será o fim do mundo?

Ah sim.. eu poderia achar algum aplicativo do twitter que fosse pelo menos razoável… eu demoro muito entrando direto pelo navegador…

Vou ver se acho algum site com muitos javas para encher a memória dele, vamos ver até onde aguenta. =D